ENDEREÇO

Comunidade São José
Rua Boa Esperança, 124– Vila da Pedreira
CEP: 06626-000 – Jandira – SP

HORÁRIO DAS CELEBRAÇÕES

2º e 4º Domingo às 18h00

1º e 3º Domingo às 18h00

HORÁRIO DAS MISSAS

DADOS HISTÓRICOS

FOTOS HISTÓRICAS

No ano de 1995, algumas senhoras da Legião de Maria deram início aqui, no bairro da Pedreira, um trabalho de evangelização fazendo visitas às famílias. Por ser uma área livre, era difícil o acesso ao bairro. As irmãs da Consolata, que estavam em Jandira com sua casa de formação naquela época, tomaram conhecimento da situação e se uniram a estas senhoras, para fazer um trabalho mais amplo. Perceberam logo a necessidade de comunidade no bairro e foram falar com o Padre Franco Mazzoleni, então pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, e assim começaram os trabalhos para adquirir o terreno, pois a área já estava quase toda cercada pelas famílias que ali chegavam. Quem não era morador cercava a sua área, caso não havia interesse, ele vendia.

No mês de outubro, na novena de Nossa Senhora Aparecida, era tradição fazer a procissão, com as pessoas se concentrando numa comunidade e partindo em caminhada até a outra, onde era celebrada a Santa Missa. Naquele ano, a concentração foi no grupo de 22, no Jardim Brotinho. Dali, as pessoas seguiram em procissão até a Pedreira, quando foi celebrada a primeira Missa presidida pelo Pároco Padre Franco Mazzoleni, da Congregação da Sagrada Família de Bérgamo. A missa foi celebrada sob um pé de eucalípto. Foi um momento único, que ficou para a história da comunidade. A partir daí, as irmãs da Consolata começaram a campanha para adquirir a área. Para comprar o terreno, a irmã Domênica muito trabalhou nesse sentido, até conseguiram este terreno por R$ 300,00. Havia na área uma pequena casa, a qual serviu para dar início às celebrações das Santas Missas e da Palavra, no horário das 16:00 horas, com o ministro Luiz. Iniciaram-se também os trabalhos com a catequese, os quais eram feitos pelas irmãs da Consolata.

Os Legionários, Vicentinos e as Irmãs continuavam no árduo trabalho para trazer as famílias para participarem das missas e da catequese. Quando chegava a hora, iam de casa em casa chamando as pessoas para participar da celebração. 

No ano seguinte em 1996, no mês de fevereiro, na assembléia paroquial, o Padre Franco anunciou a mais nova comunidade da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, tendo como santo padroeiro São José. Anunciou também os coordenadores: Sr. Ilton Souza Leal e dona Marlene Alice Nascimento. Com o anúncio, foi dado o início à construção do prédio, com a colaboração de vários moradores. Outras pessoas também se prontificaram em colaborar no que fosse preciso é o caso do casal Sr. Luiz e dona Janete, do Sr. Deni e dona Jaci e dona Roseli. Junto com os coordenadores formaram uma equipe e trabalharam com muito empenho.

A situação de miséria era tanta ao ponto de tornar o trabalho desanimador, quando as irmãs tiveram a ideia de pedir ajuda a uma família italiana. Dona Amália Ferrari, cuja irmã falecida era uma freira da Congregação Nossa Senhora da Consolata e herdeira de uma pequena fortuna. A irmã, em vida, costumava ajudar no que fosse necessário. Após a morte da freira, dona Amália e seus filhos continuaram o trabalho da irmã. Irmã Regina, madre superiora das irmãs em Jandira, imediatamente escreveu uma carta e enviou para dona Amália com fotos mostrando a realidade do bairro. Assim dona Amália aceitou em ajudar financeiramente a comunidade. Irmã Domênica viajou e deixou em seu lugar irmã Jacinta, recém chegada da África que abraçou com muita garra e determinação os trabalhos aqui na comunidade. E, 1998, as postulantes Denilza, Nélia, Paula e Evanilda assumem a catequese tendo que buscar as crianças nas casas, pois não teria o encontro de catequese se não fizessem isso. No final daquele mesmo ano, irmã Jacinta percebe que o Sr. Ilton e dona Marlene se sentem cansados, devido o trabalho pesado da construção, e convida o casal Celso Tiliacki e Maria de Fátima Tiliacki para uma reunião, e os chama para ajudar na comunidade. Ambos aceitam e os trabalhos continuam. No mês de março de 1999, padre Mário Vechiarelli, então pároco, pede uma reunião com o conselho da comunidade, na qual expôs as dificuldades do ministro Luiz em atender a comunidade São José, pois tinha se mudado para o bairro de Engenheiro Cardoso, em Itapevi. Padre Mário pede ao casal Celso e Fátima, ministros da comunidade matriz na época, para colocar seus respectivos ministérios a serviço da comunidade São José. Convidou ambos também para assumir  a coordenação da comunidade que aceitaram prontamente. Todos continuavam a trabalhar com melhor de si, com a ajuda feita por dona Amália, sendo recebida uma vez por ano. A comunidade tinha que fazer vários eventos, quase que semanais, com o objetivo de arrecadar fundos necessários. Recebíamos ajuda das outras comunidade, como a Santa Paula Elizabete Cerioli e Sagrada Familia, que faziam mutirões para dar o acabamento final da construção; com isso, a comunidade conseguia resolver os problemas para aquisição de materiais, faltando apenas, o fortalecimento do lado espiritual que é o mais difícil e o mais lento. Padre Ítalo Fani, vigário da paróquia, estava sempre presente nos orientando na caminhada para não desviarmos dos nossos objetivos como comunidade. Tivemos momentos de grandes alegrias quando, por exemplo, recebemos na comunidade o nosso bispo Dom Ercílio Turco. Foi um momento muito marcante na história da comunidade. Também recebemos a visita do superior geral da Congregação da Sagrada Família de Bérgamo, padre Edoardo Rota. A comunidade recebeu com grande alegria também a nossa benfeitora dona Amália e seus filhos, que vieram da Itália para conhecer  os trabalhos das irmãs da Consolata, aqui no Brasil. Foram momentos importantes, pois estas pessoas nos deram ânimo para caminhar, pelas palavras de incentivo que nos trouxeram. Nesta época, quem acompanhava os nossos trabalhos era a irmã  Marilda. Todos já tinham retomado seus trabalhos em suas comunidades, pastorais e movimentos, e as postulantes da Consolata tinham nos deixado. As irmãs da Consolata resolveram sair de Jandira; isso causou a transferência da irmã Marilda para casa de missão da Congregação das Irmãs da Consolata, no Estado da Bahia, no ano de 2007.  Em 2008, começou uma nova etapa na comunidade, tínhamos que aprender a caminhar sozinhos, pois, as irmãs já não estavam mais conosco. Todavia sempre contamos com o apoio dos padres, que nos ajudavam nos momentos de dúvidas e tem sido assim, até os dias de hoje. Tivemos aqui, na comunidade, as Santas missões populares, que trouxeram missionários de outras comunidades, para nos ajudar. Participamos com nossas escolhas do 5º, 6º e 7º Plano Diocesano de Pastoral.

FOTOS ATUAIS

CALENDÁRIO DA COMUNIDADE

PASTORAIS

CATEQUESE

Catequese - Todos os Sábados as 14:00 horas

Crisma - Todos os Domingos as 16:00 horas

Primeira Eucaristia - Todos os domingos as 10:00 horas

MOVIMENTOS E ASSOCIAÇÕES

SERVIÇOS/MINISTÉRIOS

EQUIPE DE LIMPEZA

Todos os sábados ás 08:00 horas

REGISTRO DOS EVENTOS

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A FÉ CATÓLICA

Em sua primeira carta, São Pedro nos chama a atenção para “estarmos preparados a responder a todo aquele que nos pedir a razão da nossa esperança” (citação livre de I Pd 3,15). A nossa esperança é Jesus Cristo! O mesmo São Pedro, no discurso aos judeus, disse: “Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12).

A fé católica e toda a sua vivência estão centradas em Jesus: “Ele é o Senhor” (citação livre de Fl 2,11). Contudo, o próprio Jesus instituiu Sua Igreja e quis que ela fosse o Seu próprio Corpo Místico (cf. I Cor 12,27)- sacramento universal da salvação de todos os homens. O próprio Senhor resgatou a Sua Igreja com o Seu Sangue; confiou-lhe o sagrado depósito da fé e deu a ela o Seu Espírito para conduzi-la a toda a verdade (cf. Jo 16,13). O Espírito Santo é a alma e a garantia da infalibilidade da Igreja, no que concerne à doutrina católica. Nos dois mil anos de caminhada, o Espírito conduziu a Igreja do senhor e ensinou-lhe todas as coisas, recordando-lhe tudo o que Jesus ensinou (cf. Jo 14,26).

No Credo – símbolo dos apóstolos – encerra-se conteúdo dogmático básico da fé católica. Já no início do cristianismo, “perseveravam eles [os fiéis] na doutrina dos Apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão (Eucaristia) e nas orações” (At 2,42). Essa doutrina dos apóstolos está encerrada no Credo, nossa profissão de fé. 

Além dos dogmas iniciais, sob a luz do Espírito, a Igreja estruturou todo o arcabouço da fé, sob o comando de Pedro, a quem o próprio Senhor garantiu a infalibilidade, reconhecida de modo definitivo no Concílio Vaticano I (1870). Na pessoa do Papa, a Igreja entendeu que é vontade do Senhor ter o Seu vigário na terra como pedra fundamental da unidade da Sua Igreja. Por isso, a obediência e a submissão ao Papa são características essenciais do catolicismo. Sem o Papa não existe a Igreja. Os antigos padres afirmavam: “Onde está Pedro, está a Igreja; onde está a Igreja, está Cristo”.

Outra característica da fé católica é a devoção aos santos, principalmente à Virgem Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe. Jesus no-la deu aos pés da cruz, dizendo a João: “Eis aí tua mãe” (Jo 19,27b). Essa foi uma doação de Jesus à Sua Igreja e a cada um de nós. Maria é nossa Mãe! Nós, católicos, não a adoramos, pois ela não é uma deusa; nós a veneramos como Mãe muito querida e preocupada com o bem de cada um de seus filhos salvos por Jesus. Sem Maria, Virgem, Imaculada, Mãe de Deus, levada ao céu de corpo e alma, não há catolicismo.

Outro sinal de autenticidade da fé católica são os sete sacramentos, de modo especial a confissão (penitência) auricular e a Eucaristia (comunhão). Através da confissão, Jesus limpa e purifica a Sua Igreja com o Seu próprio Sangue redentor. Através da Eucaristia, nutre os Seus com a Sua própria Carne, Sangue, Alma e Divindade.

A fé católica está baseada na Bíblia, é lógico! Contudo, apoia-se também na tradição e nos magistério dirigido de modo infalível pela cátedra de Pedro. A tradição consiste em tudo o que a Igreja viveu e aprendeu sob a luz do Espírito Santo nesses dois mil anos de vida. O sagrado magistério é todo imprescindível ensinamento acumulado durante os séculos e oficializado pelo Papa. A tradição e o magistério da Igreja garantem a interpretação autêntica da revelação bíblica e constituem a fonte da riquíssima vida litúrgica da Igreja, através da qual prestamos ao Senhor toda a honra, glória e louvor.

A liturgia é também uma das fontes características da fé católica. O calendário religioso é enriquecido pela vivência litúrgica de suas festas: Advento, Quaresma, Páscoa, Pentecostes, Santíssima Trindade, Corpus Christi, Tempo Comum, etc. É toda a vivência religiosa acumulada pela tradição e ensinada pelo magistério da Igreja. 

Além disso, a fé católica é também preservada pela hierarquia sagrada. Sagrada sim, pois foi da vontade de Jesus que ela existisse. Ele quis fundar a Sua Igreja sobre a rocha de Pedro (Kefas) e dos apóstolos, que são os bispos. Por isso, não há Igreja sem o Papa e sem os bispos. Bem sabia o Senhor que, sendo também humana, Sua Igreja não sobreviveria sem a hierarquia. O desrespeito à hierarquia é um desrespeito àquele que a instituiu e uma ameaça à unidade da Igreja.

Esses são os principais sinais da fé católica, queridos por Jesus e preservados pela Sua Igreja. Quem não guarda essas características não pode se dizer católico.

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